Presidente Prudente, SP
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VEJA COMO RECONHECER A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E QUAIS SERVIÇOS PODEM SER ACIONADOS PARA DENÚNCIA, ACOLHIMENTO E PROTEÇÃO

Agosto Lilás reforça orientações sobre os diferentes tipos de violência previstos em lei.

Por: iFronteira
03 de agosto de 2026
Fonte: iFronteira
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VEJA COMO RECONHECER A VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER E QUAIS SERVIÇOS PODEM SER ACIONADOS PARA DENÚNCIA, ACOLHIMENTO E PROTEÇÃO
Foto / Divulgação: iFronteira
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Agosto Lilás reforça orientações sobre os diferentes tipos de violência previstos em lei.

Foto: Divulgação/Governo de São Paulo

O Agosto Lilás é dedicado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. Além de divulgar informações sobre os direitos das vítimas, a campanha a ganha um significado especial com os 20 anos da Lei Maria da Penha, buscando orientar a população sobre como identificar situações de violência e quais serviços podem ser acionados para denúncia, acolhimento e proteção.

Conforme a Agência SP, a violência contra a mulher nem sempre deixa marcas físicas. A Lei Maria da Penha reconhece diferentes formas de violência que podem ocorrer de maneira isolada ou simultânea, como agressões físicas, ameaças, humilhações, controle financeiro e violência sexual.

Reconhecer esses sinais é um passo importante para interromper o ciclo de agressões e buscar ajuda.

A legislação brasileira descreve seis formas de violência doméstica e familiar contra a mulher, que podem ocorrer de maneira isolada ou simultânea:

Em situações de emergência, a orientação é ligar imediatamente para o 190, da Polícia Militar.

Também é possível registrar boletim de ocorrência em uma Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) ou em qualquer delegacia de polícia. O registro pode ser feito ainda pela Delegacia Eletrônica, nos casos previstos pelo serviço.

Além do atendimento policial, mulheres em situação de violência podem buscar orientação e encaminhamento por meio de serviços especializados disponíveis no estado.

Familiares, amigos, vizinhos e outras pessoas que presenciarem ou tiverem conhecimento de uma situação de violência também podem comunicar o caso às autoridades.

Veja os serviços disponíveis:

Aplicativo SP Mulher Segura

O aplicativo reúne diferentes serviços voltados às mulheres, permitindo registrar boletins de ocorrência, consultar informações sobre a rede de atendimento e utilizar o Botão do Pânico para mulheres que possuem medida protetiva. Também permite cadastrar um contato de emergencia e acessar materiais informativos sobre violência doméstica.

O serviço funciona dentro do Centro de Operações da Polícia Militar (Copom). Quando uma ocorrência de violência doméstica é registrada pelo telefone 190, policiais femininas treinadas prestam atendimento especializado, orientam a vítima sobre seus direitos, acompanham o atendimento da equipe policial e fazem o encaminhamento para a rede de apoio quando necessário.

Patrulha Mulher Segura

Realiza o acompanhamento de mulheres que possuem medidas protetivas e fiscaliza o cumprimento das determinações judiciais. As equipes também realizam visitas e monitoramento de casos considerados prioritários.

Monitoramento eletrônico de agressores

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Por determinação judicial, agressores podem ser monitorados por tornozeleiras eletrônicas. O sistema permite acompanhar a localização em tempo real e emitir alertas quando há aproximação da vítima ou descumprimento das condições impostas pela Justiça, possibilitando o acionamento das equipes policiais.

Delegacias de Polícia de Defesa da Mulher e Salas DDM 24 horas

As DDMs são unidades da Polícia Civil especializadas no atendimento a mulheres em situação de violência e conta com unidade que funcionam 24hs. O estado também conta com Salas DDM instaladas em delegacias e plantões policiais. Nesses espaços, a mulher recebe atendimento especializado e humanizado, inclusive por videoconferência, durante as 24 horas do dia.

Salas Lilás do IML

Presentes em unidades da Polícia Civil, do Instituto Médico Legal (IML) e em alguns serviços de saúde, as Salas Lilás oferecem atendimento reservado às mulheres vítimas de violência, proporcionando maior privacidade durante procedimentos periciais e encaminhamentos para atendimento psicológico, social e jurídico.

Casas da Mulher Paulista

As Casas da Mulher Paulista são espaços de referência para acolhimento, atendimento psicossocial, orientação jurídica e assistência social. As unidades também desenvolvem ações de capacitação, autonomia financeira e encaminhamento para os demais serviços da rede, de acordo com a necessidade de cada mulher.

Ônibus SP Por Todas

A unidade móvel percorre municípios paulistas oferecendo orientação sobre direitos, acolhimento psicológico, atendimento social e informações sobre os serviços disponíveis para mulheres em situação de vulnerabilidade.

Circuito Integrado de Proteção às Mulheres – SP Por Todas

O Circuito Integrado reúne, em uma unidade móvel, diferentes órgãos da rede de proteção e do sistema de Justiça. No mesmo espaço, a mulher pode receber acolhimento psicossocial, orientação jurídica, apoio para o registro de ocorrência, solicitação de medida protetiva, atendimento da Defensoria Pública e encaminhamentos ao Ministério Público, ao Poder Judiciário e à rede municipal.

Atendimento em saúde

Mulheres vítimas de violência também podem procurar atendimento em hospitais da rede estadual contam com núcleos de atendimento humanizado e escuta qualificada para mulheres vítimas de agressão. Além do cuidado médico, os serviços de saúde realizam acolhimento, notificações obrigatórias previstas em lei e encaminhamento para outros órgãos da rede de proteção quando necessário.

A violência pode começar de maneira sutil e se intensificar com o tempo. Situações como ameaças frequentes, controle sobre amizades e deslocamentos, restrição ao acesso ao dinheiro, agressões verbais, destruição de objetos, perseguição ou qualquer episódio de violência física ou sexual são sinais de alerta.

Além da vítima, familiares, vizinhos e amigos também podem comunicar situações de violência às autoridades quando identificarem risco à integridade da mulher. A denúncia pode contribuir para interromper o ciclo de violência e possibilitar o acesso aos serviços de proteção disponíveis.

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Esta notícia foi originalmente publicada e apurada por iFronteira. O portal Melhora Prudente atua na curadoria e divulgação para a comunidade de Presidente Prudente e região.

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