Um homem de 37 anos foi preso em flagrante na tarde deste sábado (8) após causar uma confusão em um mercado localizado no Jardim Humberto Salvador, em Presidente Prudente (SP). O tumulto teve início após o cliente ser questionado sobre o pagamento de um lanche.
De acordo com as informações registradas no Boletim de Ocorrência na Delegacia Participativa da Polícia Civil, o proprietário do comércio, de 58 anos, relatou que o suspeito apresentava sinais de embriaguez. Após passar pelo caixa e pagar por alguns itens, o comerciante foi alertado por outra cliente de que o homem havia colocado um lanche no bolso. Ao ser questionado se havia pago por tudo, incluindo o lanche, o rapaz reagiu com agressividade.
O suspeito jogou o dinheiro do produto no balcão, quebrou cestas de compras e ateou fogo em caixas de papelão que estavam próximas a botijões de gás. Logo em seguida, ele atirou pedras contra o carro do comerciante, quebrando alguns vidros do veículo.
Policiais militares foram acionados e identificaram o homem por meio das imagens do sistema de segurança do estabelecimento, uma vez que ele já havia sido abordado em ocasiões anteriores. Os policiais se deslocaram até a residência do suspeito, onde a entrada foi autorizada por sua mãe. Ele foi localizado dormindo no quarto e, ao ser acordado, resistiu à prisão com chutes, chegando a atingir um dos policiais, que não sofreu ferimentos. O homem foi contido, algemado e passou a proferir insultos contra os agentes.
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Antes de ser apresentado na delegacia, o homem passou por atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Guanabara devido a lesões sofridas no momento em que foi contido. Ele foi liberado pela unidade de saúde após ser devidamente medicado.
Em depoimento à Polícia Civil, o suspeito negou ter tentado furtar o lanche, alegando que quitou o produto após o questionamento. Ele confessou ter quebrado as cestas, danificado o carro e ateado fogo nos papelões sobre o balcão por ter ficado nervoso ao ser acusado de furto. No entanto, negou ter ameaçado o proprietário do mercado e declarou não se lembrar de ter resistido à prisão ou desacatado os policiais militares. A Polícia Civil solicitou ao Poder Judiciário a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva.


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